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  • domingo, 15 de abril de 2018

    Esforço orçamentário concentrado no Mané Garrincha

    Esforço orçamentário concentrado no Mané Garrincha
    Um documento apreendido na casa do ex-governador Agnelo Queiroz (PT) no dia da deflagração da Operação Panatenaico indica que o petista tinha as contas na ponta do lápis e concentrou todo o esforço do governo nos compromissos com a conclusão do estádio Mané Garrincha. O documento intitulado “Pressões sobre o orçamento 2013 — estádio”, incluído na denúncia do Ministério Público Federal contra o ex-governador, detalha de onde o Executivo tiraria recursos para honrar as despesas com o consórcio Brasília-2014, responsável pela obra. Para a Terracap, ficou uma fatia de R$ 447 milhões. Mas Agnelo contava também com programas como Recupera DF, contingenciamentos, remanejamentos de recursos do Fundo Constitucional e um esforço para ampliar a arrecadação. A planilha previa ainda uma economia de R$ 180 milhões com a suspensão das negociações de reajustes salariais com 16 categorias. Não há registro de quais seriam atingidas. Ainda na área do funcionalismo, havia uma previsão de adiamento do aumento das horas-extras da Polícia Militar, que representariam R$ 28 milhões a mais para investir no estádio.
    Laços de amizade
    Conversas extraídas dos telefones de Tadeu Filippelli e do empresário Fernando Queiroz, dono da Via Engenharia, na Operação Panatenaico, demonstram uma relação de amizade, nunca negada por eles. No dia do primeiro turno da eleição de 2014, por exemplo, Queiroz escreveu: “Caro amigo, neste momento quero abraçá-lo e cumprimentá-lo pelo comportamento digno, correto e competente nesta luta eleitoral.  Você é um exemplo para todos que desejam participar da vida pública”. Em outro trecho, 11 dias depois, já com Agnelo Queiroz e Tadeu Filippelli fora das eleições, Queiroz manda uma mensagem em que garante que honrará todos os seus compromissos como o emedebista. Mas não dá detalhes sobre a que se referia.
    Palmas para  segurança 
    O governador Rodrigo Rollemberg acredita que os números da segurança pública do DF serão uma bandeira positiva em sua campanha. Na semana passada, ele conversou com o sociólogo Arthur Trindade, seu ex-secretário de Segurança Pública, sobre estatísticas de criminalidade e ficou satisfeito com o quadro de redução da violência. “Vamos fechar esse governo com a maior redução da taxa de homicídios da história em um governo, num momento em que os homicídios estão explodindo em todo o Brasil, disse Rollemberg à coluna.  E acrescentou: “Isso é histórico, graças a um plano de segurança pública e às atuações extremamente qualificadas da Polícia Civil e da Polícia Militar, que são as melhores do Brasil”.
    Mandou bem 
    Na campanha de 2014, o senador José Antônio Reguffe (Sem partido/DF) assumiu o compromisso de que não concorreria a nenhum cargo nestas eleições para exercer o mandato até o fim. Ao não se filiar a nenhum partido agora, ele cumpre a palavra, uma coisa cada vez mais rara na politica.


    Ana Maria Campos – Coluna “Eixo Capital” – Fotos: Carlos Vieira/CB/D.A Press - Blog/Google – Correio Braziliense


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