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  • sábado, 5 de agosto de 2017

    ASA SUL » Lote na 207 Sul será desapropriado

    Moradores da quadra resistem à obra na 207 Sul desde abril deste ano - O terreno localizado na comercial da 207 Sul, motivo de polêmica entre os moradores da quadra, que defendem a manutenção da área verde, será desapropriado pelo Governo do Distrito Federal (GDF). Após reunião realizada ontem com representantes do Executivo local, dos donos do lote e da comunidade local, o governo teria oferecido uma carta de crédito, a título de indenização aos proprietários. Eles, porém, rejeitam a proposta.

    O prefeito da 207 Sul, Ismar Lobo, participou do encontro e disse que os empresários pretendiam levantar um prédio com três pavimentos no lote, com subsolo, térreo e 1º andar, em um total de 900m² — a empreitada está na fase de obtenção de licenças. “O GDF vai publicar um decreto na semana que vem, até quarta feira, para declarar o bem como utilidade pública, para fins de desapropriação do terreno”, contou Ismar.  “Ali tem árvores tombadas”, justificou.

    Pouco antes da reunião, o governador Rodrigo Rollemberg divulgou um vídeo para comunicar a desapropriação do local. Na gravação, Rollemberg assegura que o pedido dos moradores será atendido, por entender que a área se incorporou à paisagem urbanística de Brasília. Além disso, o governador garante que o dono não ficará desamparado: “Ao mesmo tempo, estamos respeitando o direito do proprietário, concedendo-lhe uma carta de crédito para que possa participar das licitações da Terracap. Tenho convicção de que, com isso, estamos garantindo a qualidade de vida em Brasília”, anunciou.

    Direito
    Os donos, no entanto, questionam o fato de o governo não ter a intenção de desapropriar outras 13 áreas idênticas na cidade; por isso, são contra a medida. Segundo eles, o GDF quer retomar o lote sem nenhuma contrapartida. “Não foi feita nenhuma proposta. Nós queremos permanecer na área. Temos a escritura que garante o nosso direito”, explicou Juliana Herneto, uma das proprietárias. Para ela, a decisão afeta a segurança jurídica ao direito de propriedade do brasiliense.


    Por: Priscila Rocha – Fotos: Hugo Gonçalves/CB/D.A.Press – Blog/Google - Correio Braziliense

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